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REFORMA TRIBUTÁRIA: COMO A SUA EMPRESA DEVE COMEÇAR A SE PREPARAR?

Embora a transição seja gradual, o empresário que esperar o último minuto para entender o impacto no seu modelo de negócios corre sérios riscos de perder competitividade.

As mudanças estão a caminho. O planejamento de transição é o que diferenciará os sobreviventes dos líderes.

A Reforma Tributária no Brasil deixou de ser uma promessa distante e entrou na fase prática de transição e regulamentação. Trata-se da maior mudança no sistema de impostos do país das últimas décadas, substituindo tributos complexos como PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS pelo modelo de IVA (Imposto sobre Valor Agregado), dividido em CBS e IBS.

Embora a transição seja gradual, o empresário que esperar o último minuto para entender o impacto no seu modelo de negócios corre sérios riscos de perder competitividade.

O que muda no radar do pequeno e médio empresário?

  1. O Setor de Serviços em Alerta: Empresas de serviços (que hoje possuem uma carga de ISS relativamente baixa) precisam olhar de perto as regras de creditamento para garantir que o preço final ao cliente não fique defasado.
  2. O Simples Nacional ganha novas regras: O Simples continua existindo, mas as empresas do Simples precisarão escolher como vão repassar créditos de CBS/IBS para seus clientes PJ. Escolher a opção errada pode afastar grandes compradores.
  3. A necessidade de revisar contratos: Contratos de médio e longo prazo que avançam pelos próximos anos precisam prever cláusulas de reajuste baseadas nas novas alíquotas.

O papel da Zigmundo

Ninguém precisa se tornar especialista em direito tributário da noite para o dia — esse é o nosso papel. A preparação ideal agora envolve revisar a estrutura de custos atual da sua empresa e simular os cenários da reforma. Quem se antecipa, precifica melhor e sai na frente no mercado.