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Embora a transição seja gradual, o empresário que esperar o último minuto para entender o impacto no seu modelo de negócios corre sérios riscos de perder competitividade.

As mudanças estão a caminho. O planejamento de transição é o que diferenciará os sobreviventes dos líderes.

A Reforma Tributária no Brasil deixou de ser uma promessa distante e entrou na fase prática de transição e regulamentação. Trata-se da maior mudança no sistema de impostos do país das últimas décadas, substituindo tributos complexos como PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS pelo modelo de IVA (Imposto sobre Valor Agregado), dividido em CBS e IBS.

Embora a transição seja gradual, o empresário que esperar o último minuto para entender o impacto no seu modelo de negócios corre sérios riscos de perder competitividade.

O que muda no radar do pequeno e médio empresário?

  1. O Setor de Serviços em Alerta: Empresas de serviços (que hoje possuem uma carga de ISS relativamente baixa) precisam olhar de perto as regras de creditamento para garantir que o preço final ao cliente não fique defasado.
  2. O Simples Nacional ganha novas regras: O Simples continua existindo, mas as empresas do Simples precisarão escolher como vão repassar créditos de CBS/IBS para seus clientes PJ. Escolher a opção errada pode afastar grandes compradores.
  3. A necessidade de revisar contratos: Contratos de médio e longo prazo que avançam pelos próximos anos precisam prever cláusulas de reajuste baseadas nas novas alíquotas.

O papel da Zigmundo

Ninguém precisa se tornar especialista em direito tributário da noite para o dia — esse é o nosso papel. A preparação ideal agora envolve revisar a estrutura de custos atual da sua empresa e simular os cenários da reforma. Quem se antecipa, precifica melhor e sai na frente no mercado.

Entenda a remuneração dos sócios e evite problemas com o Leão.

Todo mundo que abre uma empresa quer ver a cor do dinheiro. Mas você sabe exatamente como o dinheiro do negócio deve ir para o seu bolso? Existem duas formas principais de remunerar os donos e sócios: o Pró-Labore e a Distribuição de Lucros. Misturá-los é um perigo fiscal.

O que é o Pró-Labore?

Em termos simples, o pró-labore é o salário do dono. Se você trabalha ativamente na operação da sua empresa (gerencia, vende, atende), você precisa ter uma remuneração por esse trabalho.

  • Tem incidência de impostos: Sobre o pró-labore incidem o INSS (garantindo sua aposentadoria e direitos previdenciários) e, dependendo do valor, o Imposto de Rentabilidade Retido na Fonte (IRRF).
  • É obrigatório: Por lei, se o sócio trabalha na empresa, ele deve recolher o pró-labore.

O que é a Distribuição de Lucros?

É a remuneração pelo capital investido na empresa. Se sobrou dinheiro no final do período após o pagamento de todas as despesas, impostos e investimentos, esse lucro é dividido entre os sócios.

  • Isenção de impostos: No modelo atual, o lucro distribuído adequadamente pela contabilidade é isento de IR na pessoa física (pois a empresa já pagou os impostos sobre a operação).

Onde mora o perigo?

Tentar “zerar” o pró-labore para não pagar INSS e viver apenas de retiradas mensais de “lucro” sem uma contabilidade rigorosa por trás. Se a Receita Federal fiscalizar e notar retiradas mensais fixas sem a devida escrituração contábil, ela pode reclassificar tudo como pró-labore e cobrar os impostos atrasados com multa.

Princípio da Entidade: o conceito contábil que salva o seu negócio da falência.

“A empresa vendeu bem hoje, vou usar o Pix da PJ para pagar o mercado da semana.” Quem nunca viu ou viveu essa cena? Esse é o erro número um que quebra empresas nos primeiros anos de vida.

Na contabilidade, existe uma regra de ouro chamada Princípio da Entidade. Ela diz que o patrimônio da empresa não se confunde com o patrimônio dos sócios. A empresa é uma “pessoa” e você é outra.

Por que essa mistura é uma bomba-relógio?

Como resolver?

Defina um Pró-Labore (o seu salário como dono) e uma periodicidade para a Distribuição de Lucros. O dinheiro da empresa entra na sua conta pessoal por meio dessas duas ferramentas legais. Fora isso, a conta da PJ só paga boletos da PJ.

Como as pequenas empresas economizam (legalmente) mudando de regime.

Muitos donos de micro e pequenas empresas acreditam que “planejamento tributário” é um termo bonito reservado apenas para multinacionais com andares cheios de advogados. Isso é um grande erro. No Brasil, o pequeno empresário costuma pagar mais impostos do que deveria simplesmente por falta de estratégia.

O planejamento tributário nada mais é do que analisar a sua empresa e escolher o caminho legal que resulte na menor carga de impostos possível. Não se trata de sonegação (que é crime), mas de elisão fiscal (economia inteligente e legal).

Os três caminhos mais comuns

No Brasil, sua empresa geralmente se encaixa em um destes quatro regimes:

  • Simples Nacional: Unifica vários impostos em uma única guia. Parece sempre a melhor opção, mas nem sempre é (dependendo do seu faturamento e da sua folha de pagamento).
  • Lucro Presumido: O governo “presume” qual foi o seu lucro com base no seu faturamento. Ótimo para empresas com alta margem de lucro e poucas despesas operacionais.
  • Lucro Real: Os impostos são calculados sobre o lucro líquido real. Se a empresa tiver prejuízo ou margens muito baixas, pode ser o cenário ideal.
  • MEI (Microempreendedor Individual): Uma subdivisão simplificada do Simples Nacional voltada para autônomos que faturam até R$ 81 mil por ano e possuem no máximo um funcionário. [1, 2]

O erro do “Automático”: Deixar a empresa no Simples Nacional só porque ela é pequena, sem calcular o Fator R (regra que muda a tributação de empresas de serviços baseada na folha de pagamento), pode fazer você rasgar dinheiro todo mês.

Se você não revisa o enquadramento da sua empresa pelo menos uma vez por ano, a chance de estar pagando imposto a maior é gigante.

O tempo em que as empresas esperavam meses ou anos para serem notificadas sobre inconsistências fiscais ficou no passado. Em 2026, a Receita Federal e as Secretarias Estaduais utilizam supercomputadores capazes de cruzar informações de faturamento com movimentações bancárias (PIX, cartões e transferências) de forma quase instantânea.

O fim da “omissão de vendas” Com a digitalização total dos pagamentos, qualquer entrada de valor na conta da empresa que não corresponda a uma Nota Fiscal emitida acende um alerta vermelho nos sistemas do governo. O cruzamento é feito através da e-Financeira e da DIMOB, onde as instituições financeiras reportam o fluxo de capital.

Como evitar dores de cabeça:

  • Emita Nota Fiscal de tudo: O que entra no banco deve estar lastreado em documento fiscal.
  • Conciliação Diária: Não deixe para organizar as contas no final do mês. A conferência entre o extrato e as notas deve ser constante.
  • Cuidado com as Contas Pessoais: Utilizar a conta do sócio para receber valores da empresa é o caminho mais curto para cair na malha fina da Pessoa Física e da Jurídica simultaneamente.

A visão da Zigmundo: A transparência é o seu melhor escudo. Nossa equipe utiliza ferramentas de auditoria digital que simulam o olhar do fisco, identificando erros antes que eles se tornem multas.

receita federal simples

Se você está acostumado a vender durante o mês e pagar os impostos apenas no dia 20 do mês seguinte, prepare-se: o Split Payment chegou para mudar o fluxo de caixa das empresas brasileiras em 2026.

O que é o Split Payment?

É uma tecnologia onde o imposto (IBS e CBS) é retido no exato momento da transação financeira. Quando seu cliente paga uma fatura via PIX ou cartão, o sistema bancário “divide” o valor: a parte líquida vai para sua conta e a parte do imposto vai direto para os cofres públicos.

O impacto no seu bolso: A principal consequência é a perda de liquidez imediata. Aquele dinheiro do imposto, que antes “dormia” na sua conta e servia como um fôlego para o capital de giro ao longo do mês, não passará mais pelas suas mãos.

Dica da Zigmundo: É vital refazer o seu planejamento de fluxo de caixa imediatamente. O controle sobre os prazos de recebimento e pagamento de fornecedores precisará ser ainda mais rígido. Ter uma reserva de contingência nunca foi tão importante como agora.

Se você ainda acha que o Imposto de Renda e as obrigações fiscais são problemas apenas para “a época da declaração”, é hora de atualizar seus conceitos. Em 2026, a fiscalização brasileira atingiu um nível de automação sem precedentes. O que antes levava meses para ser descoberto, hoje é identificado em milissegundos.

Na Zigmundo Serviços Contábeis, preparamos este artigo para explicar como o cruzamento de dados funciona hoje e o que você precisa fazer para manter sua empresa fora do radar de multas.

O Fim da “Malha Fina” Anual

Esqueça a ideia de que a Receita Federal só olha seus dados uma vez por ano. O monitoramento agora é contínuo e em tempo real. Através de ferramentas de Inteligência Artificial e o avanço do SPED (Sistema Público de Escrituração Digital), o governo cruza informações de diversas fontes no momento em que a transação ocorre.

Os 4 Pilares do Monitoramento Digital:

  1. Pix e Cartões de Crédito: Cada venda no cartão ou recebimento via Pix é reportado pelas instituições financeiras. Se o valor que entra na sua conta não bate com as Notas Fiscais emitidas, o alerta é disparado automaticamente.
  2. Notas Fiscais Eletrônicas (NF-e e NFS-e): A Receita sabe o que você comprou e o que vendeu antes mesmo de você fechar o mês. A omissão de receitas tornou-se um erro de altíssimo risco.
  3. Movimentação Patrimonial: Comprou um carro novo ou um imóvel no CPF com o lucro da empresa? A IA cruza se a sua retirada de lucros declarada é compatível com esse padrão de vida.
  4. Redes Sociais e Estilo de Vida: Sim, o fisco já utiliza algoritmos para identificar sinais de riqueza ostentados em redes sociais que conflitam com declarações de isenção ou baixos rendimentos.

O perigo dos “Pequenos Erros”

Em 2026, a maioria das multas não vem de grandes fraudes, mas de inconsistências bobas: um CNPJ digitado errado, uma nota fiscal cancelada incorretamente ou o esquecimento de declarar uma conta digital secundária. O problema é que a IA não diferencia um “esquecimento” de uma “tentativa de sonegação”; ela apenas aplica a norma.

Como a Zigmundo protege seu negócio?

A melhor defesa contra um “Leão Digital” é uma Contabilidade Digital e Preventiva. Na Zigmundo, não somos apenas receptores de documentos; somos auditores dos seus dados.

  • Auditoria Antecipada: Utilizamos softwares que simulam a visão do fisco, identificando divergências antes de enviarmos qualquer declaração.
  • Conciliação em Tempo Real: Ajudamos você a manter o controle rigoroso entre o que entra no banco e o que é faturado.
  • Consultoria de Riscos: Orientamos sobre como separar de forma segura as finanças do sócio e da empresa, o erro número 1 que gera problemas fiscais.

O segredo para não temer a fiscalização em 2026 é a transparência organizada. Não espere uma notificação chegar para procurar ajuda. Na Zigmundo Serviços Contábeis, usamos a tecnologia a seu favor para que você tenha tranquilidade para crescer.

Com o avanço da Reforma Tributária, um novo termo começou a ganhar destaque nos noticiários e nas mesas de planejamento financeiro: o Imposto Seletivo (IS). Apelidado popularmente de “imposto do pecado”, ele tem um objetivo que vai além da arrecadação — ele busca desestimular o consumo de itens prejudiciais à saúde e ao meio ambiente.

Para quem empreende, entender o funcionamento desse tributo é essencial para prever impactos nos custos e nos preços finais. A Zigmundo Contabilidade explica os pontos principais.

O que é o Imposto Seletivo?

Previsto na Nova Constituição Tributária, o IS é um imposto extrafiscal. Isso significa que sua principal função não é apenas encher os cofres públicos, mas sim atuar como uma ferramenta de política pública para desencorajar o consumo de determinados produtos.

Ele incidirá sobre a produção, extração ou comercialização de bens e serviços que gerem externalidades negativas.

O que deve ser taxado?

Embora a lista definitiva dependa de regulamentações específicas, os alvos principais do Imposto Seletivo incluem:

  • Produtos prejudiciais à saúde: Bebidas alcoólicas, cigarros e alimentos ultraprocessados com alto teor de açúcar.
  • Danos ambientais: Veículos poluentes, combustíveis fósseis e atividades de extração de recursos naturais.

Por que o empresário deve se preocupar?

Diferente do IVA (IBS e CBS), que busca a neutralidade, o Imposto Seletivo é desenhado para ser cumulativo e extra. Isso traz alguns desafios para a gestão:

  1. Impacto no Preço Final: Como a alíquota pode ser elevada para cumprir seu papel de “desestimular o consumo”, produtos atingidos pelo IS podem sofrer aumentos de preços consideráveis.
  2. Complexidade na Base de Cálculo: O IS integrará a base de cálculo de outros tributos, o que exige um controle contábil rigoroso para evitar erros de emissão e multas.
  3. Planejamento de Estoque: Setores que lidam com esses produtos precisam rever suas margens e estratégias de vendas o quanto antes.



O novo cenário tributário exige atenção e estratégia. Não espere o imposto chegar ao seu boleto para agir. Se você tem dúvidas sobre como o Imposto Seletivo pode afetar sua operação, converse com os especialistas da Zigmundo Contabilidade.

Enquanto muitos setores temem o aumento da carga tributária com a Reforma, uma nova regra traz uma perspectiva surpreendente para quem trabalha com transporte de passageiros e entrega de mercadorias por aplicativos (como Uber, 99, iFood e similares).

Graças à criação da figura do nanoempreendedor, muitos desses profissionais podem alcançar um faturamento bruto de até R$ 162 mil por ano sem ter que pagar os novos impostos (IBS e CBS). Entenda como essa conta funciona e por que o planejamento contábil é essencial agora.

O que é o Nanoempreendedor?

A nova legislação tributária criou uma categoria especial para quem atua por conta própria em pequena escala. O nanoempreendedor é definido como a pessoa física com receita bruta inferior a 50% do limite do MEI (hoje, esse limite do MEI é de R$ 81 mil, portanto o teto do nanoempreendedor é de R$ 40,5 mil).

A “Mágica” dos 25%

A grande vantagem para motoristas e entregadores está na forma como o governo calcula essa receita. Para fins de enquadramento, a lei considera que apenas 25% do valor bruto recebido pelo profissional é a sua “receita real”.

Isso acontece porque o governo reconhece os altos custos da atividade (combustível, manutenção do veículo, seguro, etc.).

Na prática:

  • Se um motorista fatura R$ 162.000,00 no ano;
  • O cálculo tributário considera apenas 25% desse valor como receita = R$ 40.500,00;
  • Como R$ 40.500,00 está dentro do limite do nanoempreendedor, ele fica isento de pagar IBS e CBS.

Por que isso é uma notícia positiva?

Para muitos profissionais que dependem das plataformas de aplicativo como principal fonte de renda, essa regra permite regularizar a atividade sem o peso de novos impostos sobre o faturamento. É uma forma de garantir segurança jurídica e fiscal, permitindo que o trabalhador foque no que importa: o serviço nas ruas.



Quer saber mais sobre o nanoempreendedor? Fale com os especialistas da Zigmundo Contabilidade!

A Reforma Tributária não é mais apenas um projeto para o futuro; ela já é uma realidade em fase de transição que está mudando as regras do jogo para empresas de todos os tamanhos. Recentemente, uma pesquisa divulgada pelo Portal Contábeis destacou um dado impressionante: 82% dos contadores preveem um aumento significativo na demanda por seus serviços devido às novas complexidades do sistema.

Mas o que isso significa para você, empreendedor, e por que a Zigmundo Contabilidade está na linha de frente dessa transformação?

O Fim da “Escrita Fiscal” e o Início da Consultoria Estratégica

Durante décadas, muitos viam o contador apenas como o profissional que gera guias e cumpre burocracias. Com a chegada do IVA Dual (CBS e IBS), essa visão ficou no passado. A transição entre o modelo antigo e o novo exige muito mais do que apenas cálculos; exige interpretação e planejamento.

O protagonismo do contador foi elevado porque agora somos os guias que ajudarão as empresas a atravessar o “limbo” da transição, garantindo que nenhum benefício fiscal seja perdido e que a conformidade seja mantida durante a implementação gradual.

Principais Insights da Nova Realidade Tributária:

  • Aumento da Demanda: O mercado já percebeu que tentar navegar pela reforma sem auxílio profissional é um risco alto. A complexidade inicial de conviver com dois sistemas (o atual e o novo) exige dedicação técnica dobrada.
  • Preparação em Curso: Segundo a pesquisa da IOB, cerca de 60% dos profissionais ainda estão em fase de atualização. Na Zigmundo, entendemos que a imersão profunda e antecipada é o que garante a segurança dos nossos clientes.
  • Alíquotas e Serviços: Um ponto de atenção é a redução de 30% nas alíquotas para serviços contábeis, uma medida que visa reconhecer a essencialidade do setor, mas que ainda gera dúvidas sobre sua aplicação prática — algo que estamos monitorando de perto.

Como a Zigmundo Contabilidade está se preparando para você?

Na Zigmundo, não encaramos a Reforma Tributária apenas como uma mudança na lei, mas como uma oportunidade de otimizar a carga tributária dos nossos parceiros.

  1. Atualização Constante: Nossa equipe já está imersa nos novos conceitos de CBS e IBS.
  2. Tecnologia e Transparência: Investimos em ferramentas que tornam o processo de transição mais claro e previsível para o empresário.
  3. Foco em Resultados: Nosso objetivo é garantir que a simplificação prometida pela reforma se traduza em eficiência financeira para o seu negócio.

O futuro tributário do Brasil é complexo, mas você não precisa percorrê-lo sozinho. A Reforma Tributária reforça que a contabilidade é o coração estratégico de qualquer empresa. Se você quer entender como essas mudanças impactam diretamente o seu CNPJ, entre em contato com o time da Zigmundo Contabilidade. Estamos prontos para transformar desafios em crescimento.

Com a chegada de uma nova temporada de declaração, surge a dúvida que todo contribuinte tem: “Como posso reduzir o valor do imposto a pagar ou aumentar minha restituição?”.

A resposta está no aproveitamento inteligente das despesas dedutíveis. Na Zigmundo, acreditamos que a organização antecipada é a maior aliada do seu bolso. Confira abaixo o que você pode abater no seu IR 2026.

O que são despesas dedutíveis?

São gastos realizados ao longo do ano que a Receita Federal permite subtrair da base de cálculo do imposto. No entanto, é preciso atenção: essas deduções só são válidas para quem opta pela Declaração Completa.

Principais gastos que reduzem seu imposto

1. Saúde (Sem limites)

Diferente de outras categorias, os gastos com saúde não possuem um teto máximo de dedução.

  • O que vale: Consultas particulares, exames, internações, planos de saúde, dentistas, psicólogos e fisioterapeutas.
  • Fique atento: Guarde todos os recibos e notas fiscais com o CPF do profissional ou CNPJ da clínica. Medicamentos e vacinas, em regra, não são dedutíveis.

2. Educação (Com limite anual)

Você pode abater gastos com instrução própria e de seus dependentes.

  • O que vale: Ensino infantil, fundamental, médio, graduação, pós-graduação e cursos técnicos/profissionalizantes.
  • O que não vale: Cursos de idiomas, preparatórios para concursos ou material escolar.
  • Dica Zigmundo: Verifique o limite estabelecido pelo governo para este ano para não ultrapassar a cota permitida por pessoa.

3. Dependentes

Cada dependente incluído na declaração garante um abatimento fixo no imposto. É fundamental conferir se a inclusão do dependente vale a pena, caso ele também possua rendimentos (como um estágio ou aposentadoria), pois isso pode elevar sua faixa de tributação.

4. Previdência Privada (PGBD)

Se você possui um plano do tipo PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), pode deduzir as contribuições em até 12% da sua renda bruta anual tributável. É uma excelente forma de investir no seu futuro e pagar menos imposto hoje.

5. Pensão Alimentícia

O valor pago a título de pensão alimentícia, desde que estabelecido judicialmente ou por escritura pública, é totalmente dedutível para quem paga.

A importância da organização documental

O maior motivo de retenção na Malha Fina não é o erro no cálculo, mas a falta de comprovação. Para cada despesa listada, você deve ter:

  1. Nome e CPF/CNPJ do prestador.
  2. Data da realização.
  3. Valor detalhado.

Como a Zigmundo pode te ajudar?

A declaração do Imposto de Carne pode ser um labirinto burocrático. Nosso papel na Zigmundo vai além de “preencher o formulário”: nós analisamos qual modelo de declaração (Simplificada ou Completa) é financeiramente mais vantajoso para você, garantindo que nenhum centavo seja pago a mais por falta de planejamento.

Evite correria de última hora. Reúna seus documentos e venha conversar com nossos especialistas!

Muitos empresários ainda enxergam o escritório de contabilidade como o setor responsável apenas por calcular guias, processar folhas de pagamento e manter a empresa em dia com o Fisco. No entanto, o mercado mudou. Hoje, para uma empresa crescer de forma sustentável, ela precisa de algo mais profundo: a Contabilidade Consultiva.

Mas o que isso significa na prática para o seu negócio? Na Zigmundo Serviços Contábeis, acreditamos que os números da sua empresa contam uma história — e nós estamos aqui para ajudar você a lê-la.

O fim da era do “gerador de boletos”

A contabilidade tradicional olha para o passado (o que já foi gasto ou vendido). Já a contabilidade consultiva utiliza esses mesmos dados para projetar o futuro.

Em vez de apenas entregar guias de impostos, o contador consultivo analisa a saúde financeira da organização e fornece insights que impactam diretamente na tomada de decisão do CEO ou proprietário.

Como a Contabilidade Consultiva impulsiona seu lucro?

Ao adotar esse modelo de parceria com a Zigmundo, sua empresa ganha em diversas frentes:

  • Análise de Indicadores (KPIs): Identificamos se suas margens de lucro estão saudáveis e onde estão os gargalos que consomem seu caixa.
  • Gestão de Fluxo de Caixa: Ajudamos a entender a diferença real entre o lucro contábil e o dinheiro disponível no bolso, evitando surpresas negativas no fim do mês.
  • Prevenção de Riscos: Monitoramos constantemente as mudanças na legislação para que você não apenas evite multas, mas aproveite oportunidades legais de economia.
  • Apoio na Expansão: Vai abrir uma filial? Contratar mais funcionários? Nós analisamos a viabilidade financeira para que cada passo seja dado com segurança.

O contador como o seu melhor parceiro de negócios

Imagine tomar decisões baseadas em dados reais e relatórios claros, em vez de apenas no “feeling”. A contabilidade consultiva transforma o balancete — que muitas vezes parece um documento grego para o leigo — em uma ferramenta de gestão poderosa.

O objetivo da Zigmundo é garantir que você tenha tempo para focar no que faz de melhor: vender e entregar excelência aos seus clientes, enquanto nós cuidamos da inteligência financeira por trás da operação.

A Zigmundo Serviços Contábeis se destaca por oferecer soluções contábeis personalizadas, perfeitamente ajustadas às necessidades específicas de cada empresa. Com uma equipe de profissionais altamente qualificados, a Zigmundo entende que cada negócio possui suas particularidades e desafios únicos. Dessa forma, a empresa se compromete a fornecer serviços que vão desde a contabilidade básica até consultorias fiscais complexas, sempre com o objetivo de otimizar a saúde financeira e a eficiência operacional dos seus clientes. Além disso, a Zigmundo investe continuamente em tecnologia e inovação, garantindo que seus processos sejam rápidos, precisos e em conformidade com as últimas regulamentações fiscais. Com a Zigmundo Contabilidade, sua empresa encontra o apoio necessário para crescer de forma segura e sustentável.

Legislação Fiscal

Para fins fiscais, a permuta é prevista na Instrução Normativa SRF n° 107/88item 1.1 

“Para fins desta instrução normativa, considera-se permuta toda e qualquer operação que tenha por objeto a troca de uma ou mais unidades imobiliárias por outra ou outras unidades, ainda que ocorra, por parte de um dos contratantes o pagamento de parcela complementar em dinheiro aqui denominada torna.”

Na permuta não existe valor de alienação, pois o bem será trocado, conforme Lei n° 10.406/2002artigo 533:

“Aplicam-se à troca as disposições referentes à compra e venda, com as seguintes modificações:

I – salvo disposição em contrário, cada um dos contratantes pagará por metade as despesas com o instrumento da troca;

II – é anulável a troca de valores desiguais entre ascendentes e descendentes, sem consentimento dos outros descendentes e do cônjuge do alienante.”

Quando ocorre a permuta com torna, recebimento de pagamento complementar, será considerado o valor da alienação, o recebimento complementar, conforme: 

–  Instrução Normativa SRF n° 84/2001artigo 19inciso V “no caso de permuta com recebimento de torna, o valor da torna” e 

– RIR/2018, artigo 134§ 3°“na permuta com recebimento de torna em dinheiro, será considerado valor de alienação somente o da torna recebida ou a receber”.

Isenção

A permuta sem torna, estará isenta do imposto do ganho de capital, conforme:

Instrução Normativa SRF n° 84/2001, artigo 29, Na determinação do ganho de capital sujeito à incidência do imposto são excluídos os ganhos de capital decorrentes de: inciso IV –  permuta, sem torna, de unidades imobiliárias.

O bem de pequeno valor, isenção, conforme: 

Instrução Normativa SRF n° 599/2005, artigo 1º, será isento do imposto de renda o ganho de capital, auferido por pessoa física, cujo o valor unitário da alienação, realizada no mês, seja igual ou inferior a:

a) R$ 20.000,00, no caso de alienação de ações negociadas no mercado de balcão;

b) R$ 35.000,00, nos demais casos.

Proprietário de um único imóvel, estará isento do pagamento do ganho de capital na alienação, por valor igual ou inferior a R$ 440.000,00, conforme:

Instrução Normativa SRF n° 84/2001, artigo 29, inciso I – alienação, por valor igual ou inferior a R$ 440.000,00 (quatrocentos e quarenta mil reais), do único imóvel que o titular possua, individualmente, em condomínio ou em comunhão, desde que, nos últimos cinco anos, não tenha efetuado alienação de imóvel, a qualquer título, tributada ou não.

A regra do único imóvel, só se aplica, se nos últimos cinco anos, o contribuinte não ter efetuado nenhuma alienação de imóvel, a qualquer título, tributada ou não.

Tributação

A permuta com torna estará sujeita a apuração do ganho de capital, desde que não prevista nas isenções, a tributação é prevista na:

Instrução Normativa SRF n° 84/2001, artigo 3, inciso I –  Estão sujeitas à apuração de ganho de capital as operações que importem:

I – alienação, a qualquer título, de bens ou direitos ou cessão ou promessa de cessão de direitos à sua aquisição, tais como as realizadas por compra e venda, permuta, adjudicação, desapropriação, dação em pagamento, procuração em causa própria, promessa de compra e venda, cessão de direitos ou promessa de cessão de direitos e contratos afins.

Ocorrendo a torna o cálculo de capital será conforme previsto na Instrução Normativa SRF n° 84/2001artigo 23:

No caso de permuta com recebimento de torna em dinheiro, o ganho de capital é obtido da seguinte forma:

I – o valor da torna é adicionado ao custo do imóvel dado em permuta;

II – é efetuada a divisão do valor da torna pelo valor apurado na forma do inciso I, e o resultado obtido é multiplicado por cem;

III – o ganho de capital é obtido aplicando-se o percentual encontrado, conforme inciso II, sobre o valor da torna.

Importante salientar, que a apuração de forma errada, poderá gerar sérios problemas tributários e custos adicionais.

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O processo de revisão fiscal é fundamental para a constatação de possíveis equívocos nos cálculos dos tributos e no enquadramento dos regimes de tributação

Pode até parecer um pouco esquisito, mas acontece muito de empresas de todos os tamanhos estarem pagando mais impostos do que deveriam. E a sua empresa já fez a revisão fiscal para conferir se é possível economizar nos tributos?
A escolha do regime mais adequado para o seu negócio faz toda a diferença. Além disso, pagar os impostos em dia também é uma prática indispensável para quem quer enxugar gastos desnecessários. Veja o que mais você pode fazer para garantir que o pagamento dos impostos está correto.
Primeiramente é importante entender bem o que é a revisão fiscal
A revisão fiscal é uma análise profunda em relação aos processos tributários e fiscais em um negócio. O intuito da revisão é certificar de que estão sendo utilizadas as práticas mais indicadas no cálculo, recolhimento e declaração dos tributos. O que acaba sendo o principal fator que impede que seja realizada uma revisão totalmente detalhada é que o processo exige bastante trabalho. Pois além de ser bastante complexa a malha tributária brasileira, está constantemente sendo modificada. Por esses motivos muitas empresas acabam pagando além do necessário.

Como é realizada a revisão fiscal?
A revisão fiscal envolve vários processos:
> Cálculos tributários;
> Escrituração fiscal;
> Pagamentos de impostos;
> Envio de obrigações acessórias;
> Emissão de notas fiscais.
Com isso, para checar se os procedimentos estão corretos o prazo é de 5 anos. O objetivo é realizar os pagamentos de tributos sem erros, nem para mais, nem para menos. Além disso, a revisão fiscal, busca detectar créditos fiscais que podem ser aproveitados. Para encontrar essas respostas, é preciso fazer estudos acerca da lei brasileira, destacando todas as mudanças no período e como elas afetam o negócio. É destacado um profissional de contabilidade ou uma equipe de auditoria externa para fazê-lo.

Como a revisão fiscal pode beneficiar a sua empresa?
Um dos principais benefícios da revisão fiscal é a recuperação de créditos tributários. Com eles, sua empresa pode solicitar descontos ao fisco nas próximas obrigações. Além disso, ajuda o negócio a entender se está totalmente alinhado com as leis vigentes, garantindo economia de dinheiro e poupando muita dor de cabeça. Outro ponto importante é garantir que a empresa não está pagando tributos a mais e que o regime de tributação é o mais adequado. Como as regras e alíquotas mudam frequentemente, esse problema é muito comum.

Dessa forma, algum equívoco pode passar desapercebido por muitos anos, se não houver conferência dos números de tempos em tempos. Contudo, a revisão fiscal também pode ajudar sua empresa a ter mais conhecimentos sobre o próprio negócio. Ou seja, você tem um panorama mais completo e preciso de como é feito o pagamento de tributos. Tudo isso ajuda a sua empresa a economizar no curto, médio e longo prazo. Esses recursos podem ser reinvestidos, para ajudar o negócio a crescer, prospectar clientes e muito mais.

Alguma dúvida, entre em contato. Nós podemos ajudar sua empresa.